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A Cenaqua possui 3 piscinas aquecidas e SALINIZADAS com teto solar, uma com 25m semi-olímpica, para você treinar ou aperfeiçoar seu estilo; uma para aprendizado e outra infantil, todas com dimenções apropriadas para a prática da atividade ser produtiva, segura e confortável. Além disso, a Academia respeita o ritmo de cada aluno, trabalhando com pequenos grupos, em todos os horários. O que nos dá grande satisfação é vê-lo nadando conosco!
PISCINAS SALINIZADAS
Para melhorar ainda mais o bem estar dos nossos alunos, utilizamos um tratamento de água de piscinas, que proporciona as seguintes vantagens:
1. Esteriliza continuamente a água bombeada, mantendo-a saudável e cristalina.
2. Converte o sal comum contido na água da piscina em cloro puro de alto poder anti-séptico.
3. O sistema oxida e destrói completamente todas as substancias e microorganismos nocivos a saúde presentes na água como: urina, suor, vírus, fungos, algas, etc.
4. Pessoas sensíveis e alérgicas são beneficiadas. O processo permite eliminar problemas como irritações e inflamações, comuns em piscinas tratadas da forma convencional.
5. Livra a água dos contaminantes e impurezas contidas nos produtos químicas convencionais que agridem pele, olhos, mucosas e até maiôs.
6. O sistema não utiliza produtos químicos.
7. Além de mais saudável, a água tratada a base de sal torna-se mais agradável ao contato com a pele e mucosas, sendo particularmente apreciada por pessoas mais sensíveis e alérgicas (rinite, asma, bronquite etc..), recomendada pelos médicos.
A NATAÇÃO BRASILEIRA
A natação foi introduzida oficialmente no Brasil em 31 de julho de 1897, quando clubes Botafogo, Gragoatá, Icaraí e Flamengo fundaram no rio a União de Regatas fluminense que foi chamado mais tarde de Conselho Superior de Regatas e Federação brasileira das Sociedades de Remo.
Em 1898, foi promovido o primeiro campeonato brasileiro de 1500m que teve como campeão Abrão Saliture.
Em 1908 acontecem em Montevidéu as primeiras provas internacionais na América do Sul. Graças ao famoso Abraão Saliture, o Brasil conquista as primeiras vitórias internacionais, vencendo as provas de 100m e 500m livre.
Em 1912, o campeonato brasileiro passou a ser promovido pela Federação Brasileira das Sociedades do Remo, em Botafogo. Além dos 1500 m. nado livre, também foram disputadas provas de 100m para estreantes, 600m para seniors e 200m para juniores.
Em 1914, o esporte e competições no brasil começaram a ser controladas pela Confederação Brasileira de Desportos.
Em 1920, a natação brasileira se apresenta com Ângelo Gammaro e Orlando Amêndoa na sétima Olimpíada, realizada na Antuérpia, Bélgica.
Em 1922, acontece no Rio de Janeiro os Jogos Latino-Americanos em que o Brasil se tornou campeão. Nesta ocasião foi entregue a primeira taça de natação na prova dos 100m nado livre, vencida pela nadadora Violeta Coelho.
A natação brasileira trilha um longo caminho nas águas turbulentas da elite internacional. Em 1920, na Antuérpia, a equipe verde e amarela fez sua estréia em uma Olimpíada e foram necessários mais de 32 anos para que o primeiro nadador subisse ao pódio.
Em 1932, Nos Jogos Olímpicos de Los Angeles (EUA) o Brasil entrou para a história com Maria Lenk, como a primeira mulher da América Latina a participar de uma Olímpíada. Além disso, foi pioneira no nado borboleta entre as mulheres da natação mundial.
Nos Jogos Olímpicos de 1936, o Brasil concorreu com uma equipe numerosa que obtiveram bons resultados, mesmo não conseguindo chegar a uma final.
Porém, no feminino, o Brasil, representado por Piedade Coutinho, Helena Sales, Cila Venâncio, Sieglinda Lenk e Maria Lenk, participou de todas as provas dos Jogos Olímpicos, obtendo como melhor colocação um quinto lugar com Piedade Coutinho na prova dos 100m livre.
Ao longo dos anos, a natação brasileira progrediu muito, o interesse do público e as performances atingidas pelos nadadores muito tem contribuído para essa ascensão.
Por oito vezes ao longo deste século, o Brasil teve atletas com a melhor marca do planeta. Em 11 de novembro de 1939, Maria Lenk, que também foi a primeira mulher da América do Sul a participar de uma Olimpíada, superou dois recordes em piscina de 50 metros, com o tempo de 2:56.00 nos 200m peito e 6:15.08 nos 400m peito.
Na Olimpíada de Helsinki, em 1952, Tetsuo Okamoto ganhou a medalha de bronze nos 1500 m livre, com o tempo de 19m05s56 (18:51.3), título que lhe rendeu o título de "peixe-voador". O campeão da prova foi o americano Ford Konno e o Japonês Shiro Hashizume ficou com a prata. Esportista do Yara Clube de Marília, Okamoto precisou bater duas vezes o recorde sul-americano para ficar com a medalha de bronze. A primeira nas eliminatórias, quando fez a marca de 19min12s4. Na final, o brasileiro terminou com o tempo de 18min51s3.
O segundo brasileiro a conquistar uma medalha olímpica na piscina foi Manoel dos Santos, bronze nos 100 m livre dos Jogos de Roma, em 1960, com a marca de 55s54.
Vinte anos depois, em 1980, nos Jogos Olímpicos de Moscou, chegou a vez de Djan Madruga, Jorge Fernandes, Cyro Delgado e Marcus Matiolli. Os quatro fizeram 7m29s30 no revezamento 4x200 m livre e ganharam a terceira medalha de bronze para a natação do Brasil em Olimpíadas.
Em 1958 a natação de águas abertas desponta com Abílio Couto. Após algumas tentativas frustradas no ano anterior, Abílio voltava à Inglaterra para ser o primeiro brasileiro a atravessar a nado o Canal da Mancha, tornando-se um dos primeiros mitos da natação brasileira. Com o feito Abílio obteve repercussão mundial, o motivo é que o Canal da Mancha representa a maior façanha em todo o mundo de um nadador de águas abertas, até hoje. A fama de Abílio viria a crescer ainda mais no ano seguinte, em 1959, quando nadou de Dover na Inglaterra para Wissant na França, realizando sua segunda travessia na prova mais importante da modalidade, e não foi só isso, Abílio fez o tempo de 12 hrs e 49 min. E tornando-se então o recordista mundial da travessia do Canal da mancha, no sentido Inglaterra-França caindo de novo na atenção da mídia mundial. Após isso Abílio voltou consagrado para o Brasil? Não, ainda não. Após 14 dias de bater o recorde mundial ele retornou para o Canal para realizar sua última travessia, e a fez. Mas vale lembrar que essa travessia era a prova do Campeonato Mundial de natação em águas abertas, e Abílio, ainda amador, não só entrou na competição como também venceu todos os profissionais, tornando-se no mesmo ano recordista mundial e campeão mundial do canal da mancha!!!
Em 1961, Manuel dos Santos superou o recorde dos 100m em piscina longa com 53.60. Sete anos depois, Silvio Fiolo era o novo recordista mundial dos 100m peito, com o tempo de 1:06.40.
A era de prata chega nos Jogos de Los Angeles, em 1984, com Ricardo Prado, que entra para a história do esporte nacional ao conquistar o segundo lugar nos 400 m medley, com o tempo de 4m18s45. Mas antes disso, Pradinho (como era chamado na época) conseguiu o título e recorde mundial dos 400m medley em Guayaquil, no dia 2 de agosto de 1982 com a marca de 4:19.78.
Gustavo Borges, Fernando Scherer, Alexandre Massura e André Cordeiro - Equipe de revezamento 4x100m livre masculino bicampeã mundial em piscina curta e Quarta colocada nos Jogos Olímpicos de Atlanta.
Gustavo Borges é o maior medalhista olímpico brasileiro
Gustavo Borges se consagrou por ser o primeiro atleta brasileiro a conquistar três medalhas em Olimpíadas. Em Barcelona, em 1992, ele foi vice-campeão nos 100m livre com 49s43.
Nos Jogos Olímpicos de Atlanta, em 1996, Gustavo subiu no pódio para receber a medalha de prata pelos 200 m livre, 1m48s08, e o bronze, pelos 100 m livre, 49s02. Além de Gustavo Borges, a Olimpíada de Atlanta fez outro medalhista brasileiro, Fernando Scherer, que conquistou bronze nos 50m livre com a marca de 22s29.
Nos últimos Jogos de Sydney o Brasil teve uma participação muito discreta. Nossos brasileiros conseguiram somente uma medalha de bronze no Revezamento 4x100m livre, com o tempo de 3:17.40, com Gustavo Borges, Fernando Scherer, Carlos Jayme e o baiano Edvaldo Valério. Nessa mesma Olimpíada, o nosso melhor resultado individual foi com Rogério Romero, que completava sua quarta participação em Jogos Olímpicos, com a sétima colocação nos 200m costas e com o tempo de 1:59.27.
AS MEDALHAS OLÍMPICAS DO BRASIL NA NATAÇÃO
HELSINQUE - 1952
Tetsuo Okamoto
Bronze nos 1.500m livre (18min51s30)
ROMA - 1960
Manuel dos Santos Júnior
Bronze nos 100m livre (55s40)
MOSCOU - 1980
Djan Madruga, Ciro Delgado, Jorge Fernandes e Marcus Mattioli
Bronze no revezamento 4 x 200m livre (7min29s30)
LOS ANGELES - 1984
Ricardo Prado
Prata nos 400m medley (4min18s45)
BARCELONA - 1992
Gustavo Borges
Prata nos 100m livre (49s43)
ATLANTA - 1996
Gustavo Borges
Prata nos 200m livre (1min48s63)
Gustavo Borges
Bronze nos 100m livre (49s02)
Fernando Scherer
Bronze nos 50m livre (22s29)
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